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Sensibilizamos quem não está engajado, diz apoiadora de #AVidaTemQueContinuar

Maria Emilia Leme tem carreira de destaque em RH e falou sobre a importância de “ajudar quem está ao nosso lado”

O que a área de Recursos Humanos tem a ver com o momento difícil que o Brasil está passando? Para Maria Emilia Leme, consultora de Recolocação de Executivos, a resposta para essa pergunta é bem fácil, na medida em que o trabalho em Recrutamento e Seleção, segundo ela, deve ser entendido além dos números e metas, mas principalmente pelo lado humano dos candidatos.

Apoiadora da campanha #AVidaTemQueContinuar2, que vai utilizar 80% da receita da Talent.ing para compra e doação de cestas básicas em nome das empresas participantes, Maria Emilia iniciou sua trajetória há mais de 25 anos, e passou por diversas companhias do país e do exterior. A experiência internacional, aliás, foi fundamental para conhecer as especificidades de outros mercados, em especial na América Latina e EUA. Entre todos eles, o mais notável ponto comum é a necessidade de auxiliar as pessoas em seus projetos de vida.

“Muitas vezes, eles (profissionais) estavam no mercado e não sabiam se recolocar”, explica, referindo-se a pessoas em busca de posições estratégicas, como Coordenação ou Gerência. Até mesmo esses profissionais, em alguns casos, passam por dificuldades devido a longos tempos de espera por uma oportunidade.

Esse conhecimento levou Maria Emilia a não pensar duas vezes antes de apoiar a campanha. Em meio aos desafios enfrentados pelo país na manutenção de empregos e vidas, ela defende que se unam forças em prol de amenizar os problemas e, dessa forma, construir um futuro melhor.

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“Participar de uma campanha assim é contribuir um pouquinho com a pessoa que está ao meu lado. Não adianta eu fazer grandes coisas, mas olhar lá na frente e pensar ‘mas, com o que estou contribuindo?’”, argumenta a consultora, que contou ainda sobre ações de responsabilidade social que fomentou em empresas durante a sua carreira. .

“Na década de 80 e 90, a questão social foi bastante discutida dentro das empresas. Depois disso, houve uma ‘separação’ entre ‘lado social’ e lado profissional. Hoje, parecem estar olhando também para o social - quando a pessoa está bem, ela também performa bem. Quem é aquela pessoa? O que ela faz? Como está sua saúde física e mental?”, relata a profissional, que entende estarmos avançando em termos de cuidado com questões pessoais.

“Pelo momento que estamos passando, pelas dificuldades relacionadas ao coronavírus, vejo que as empresas estão olhando mais para o lado social dos profissionais, tratando de prepará-los melhor na gestão à longa distância”, comemora Maria Emilia.

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